"É a enfermagem exercendo o seu papel"

Aqui você vai encontrar informações, dicas de prevenção, orientações de como cuidar melhor de sua saúde, entrevistas, espaço para perguntas. E nós vamos fazer o possível para diminuir suas dúvidas na busca por uma vida mais saudável.

domingo, 6 de outubro de 2013


VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER

Violência conjugal contra  a mulher, “É aquela que se dá entre cônjuges, ex-cônjuges, companheiros, ex-companheiros, podendo incluir outras relações interpessoais - noivos, namorados" (NAÇÕES UNIDAS, 1998).
Violência conjugal contra  a mulher “É qualquer ação ou conduta, baseada no gênero, que causa morte, dano físico, sexual ou psicológico à mulher tanto no âmbito público como privado” (CONVENÇÃO DE BELÉM DO PARÁ, 1994).
Segundo a pesquisa realizada através do IPEA por Leila Posenato Garcia, Lúcia Rolim Santana de Freitas, Gabriela Drummond Marques da Silva e Doroteia Aparecida Höfelmann, intitulada “Violência contra a mulher: feminicídios no Brasil”, a taxa de mortalidade anual chegou a ser de 5,82 óbitos por 100.000 mulheres, sendo que na região nordeste chegou a 6,9 por 100 mulheres e na Bahia, o segundo estado em número de ocorrências chegou a 9.08 por 100 mulheres.
As mortes de mulheres  decorrentes de conflitos de gênero, ou seja, pelo fato de serem mulheres, são denominados feminicídios ou femicídios. (Meneghel e Hirakata, 2011; Brasil, 2013).
Estes crimes são geralmente perpetrados por homens, principalmente parceiros ou ex-parceiros, e decorrem de situações de abusos no domicílio, ameaças ou intimidação, violência sexual, ou situações nas quais a mulher tem menos poder ou menos recursos do que o homem. (WHO, 2013).
Este ano na Bahia mais de 33 mil mulheres foram vítimas de algum tipo de agressão. Em boa parte dos casos, o parceiro é o principal agressor. Em municípios no interior do estado, centros de referência atendem e dão apoio às mulheres. (Do G1 BA, com informações da TV Bahia).
A Lei Maria Da Penha completou 07 anos no mês de agosto e ainda há muitos questionamentos sobre sua eficácia diante do índice de violência contra a mulher. A Lei não pode arcar sozinha com a responsabilidade da redução desse índice. É preciso mais atuação das políticas públicas voltadas para esse fim, é preciso que a sociedade se mobilize mais, que as mulheres agredidas tenham de fato e de direito a chance de falar sem que isso a exponha a mais uma nova agressão. A Lei é um marco, um caminho, uma luz no fim do túnel, mas não pode ser a única.
Quando a violência acontece com uma gestante, a barbárie é ainda pior, porque atinge também a um ser indefeso, protegido apenas por uma mãe que se encontra agredida e estas situações de estresse e agressão podem contribuir para um parto prematuro.
A violência em nenhuma situação ou cometida por quem quer que seja deve ser aceita ou justificada, quando cometida por alguém com “estudo”, “com dupla competência para assegurar os direitos”, se torna inadmissível, vergonhosa, cruel. Esse possivelmente não é o primeiro fato em nosso município, mas tendo sido ele exposto pela vítima e tendo características peculiares descritas acima, deve servir como um marco inicial na luta em defesa das mulheres vítimas de violência em nossa cidade. Que outras vítimas tenham a coragem de denunciar e que o Município, o Estado  e a Sociedade efetivem a garantia dos direitos dessas mulheres.
                                                                                                                              Márcia Rezende





terça-feira, 21 de maio de 2013

Cidadania, precisamos exercê-la!




Cidadania (do latim, civitas, "cidade")1 é o conjunto de direitos e deveres ao qual um indivíduo está sujeito em relação à sociedade em que vive.2
O conceito de cidadania sempre esteve fortemente "ligado" à noção de direitos, especialmente os direitos políticos, que permitem ao indivíduo intervir na direção dos negócios públicos do Estado, participando de modo direto ou indireto na formação do governo e na sua administração, seja ao votar (indireto), seja ao concorrer a um cargo público (direto).3 No entanto, dentro de uma democracia, a própria definição de Direito, pressupõe a contrapartida de deveres, uma vez que em uma coletividade os direitos de um indivíduo são garantidos a partir do cumprimento dos deveres dos demais componentes da sociedade.4

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Cidadania

Portanto exercício da CIDADANIA é politica, e não politicagem, temos o direito e o dever de exercê-la. Passamos uma boa parte do tempo criticando as ações ou a falta de ações políticas da alta cúpula dos governos Estadual e Federal, ficamos indignados, reclamamos de cá de longe, mas já nos damos por satisfeitos, afinal, de lá ninguém sabe quem está dizendo o quê. Porém nada fazemos de efetivo para mudar situações gritantes que infringem diretamente aos nossos direitos.
Vivemos há algum tempo em nosso município realidades que nos atingem direta e indiretamente. E aí? Nosso grito tem que ser visto como politicagem, como ânsia pelo poder? Desde quando a desonestidade, a improbidade passam a ter duas verdades, dois sentidos, dois significados? Mas na verdade é que aqui de perto cada um tem que deixar o interesse próprio de lado e se mostrar, não dá pra se esconder. E aí o caso passa a não ser bem assim...pode ter sido engano...a história tá mal contada.
Precisamos nos envolver sim. O nosso município tem outras histórias para serem veiculadas, que não apenas assaltos, assassinatos, escândalos. Nisso não precisamos ser iguais ao outros. Chega!




segunda-feira, 8 de outubro de 2012


Marcelo Pedreira e família Onze

O que dizer num momento como esse em que nossos sentimentos são os mais viscerais, os mais humanos possíveis? Como pecadores que somos, nesse momento sei que não são os melhores sentimentos que temos.

Mas não perca a perseverança. Seis mil pessoas quiseram você, quiseram a mudança, acreditaram que esse grupo seria o melhor. Pessoas que não esperavam nada em troca, a não ser serem respeitadas, pois era o que se ouvia. Sei que não foi o suficiente, mas foi o verdadeiro. Ainda precisamos caminhar muito para que a maioria entenda a importância e aprenda a ter consciência política, mas chegaremos lá.

                                                                       Um abraço,

Márcia Rezende

SALMO 46

 1 Deus é o nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente na

   angústia.

 

 2 Pelo que não temeremos, ainda que a terra se mude, e ainda que

   os montes se projetem para o meio dos mares;

 

 3 ainda que as águas rujam e espumem, ainda que os montes se

   abalem pela sua braveza.

 

 4 Há um rio cujas correntes alegram a cidade de Deus, o lugar

   santo das moradas do Altíssimo.

 

 5 Deus está no meio dela; não será abalada; Deus a ajudará desde o

   raiar da alva.

 

 6 Bramam nações, reinos se abalam; ele levanta a sua voz, e a

   terra se derrete.

 

 7 O Senhor dos exércitos está conosco; o Deus de Jacó é o nosso

   refúgio.

 

 8 Vinde contemplai as obras do Senhor, as desolações que tem feito

   na terra.

 

 9 Ele faz cessar as guerras até os confins da terra; quebra o arco e

   corta a lança; queima os carros no fogo.

 

10 Aquietai-vos, e sabei que eu sou Deus; sou exaltado entre as

   nações, sou exaltado na terra.

 

11 O Senhor dos exércitos está conosco; o Deus de Jacó é o nosso
   refúgio.

sexta-feira, 10 de agosto de 2012



ESCOLHA

O livre arbítrio foi o segundo direito que Deus deu ao homem. O homem referendou a liberdade de expressão, o direito de ir e vir. Então escolha, exponha, lute, mas não esqueça você é o único responsável por suas ações e consequências, não responsabilize ninguém por isso.

Precisamos de um mundo melhor e a mudança começa por cada um, não é suficiente apenas querer, é preciso buscar entendimento sobre o que se quer. Já não cabe mais viver à margem da subserviência muitas vezes infundada, acenando com a cabeça pra sim e não e mais nada. Porque sim e porque não, não é resposta e muito menos solução.

Eu sou 11, eu sou Marcelo e Zé Santana. No mínimo trarei como consequências importantes da minha escolha: respeito ao livre arbítrio e à liberdade de expressão, democracia.

Na busca incessante pelo acerto, o importante é não permanecer no erro. Agora é:

domingo, 6 de maio de 2012




SENTIMENTOS NA COTAÇÃO DE VALORES

Quanto deve valer a ausência afetiva de um pai ou de uma mãe? Pode ser medido em valores monetários?

Hoje tudo que acontece fora do programado, do pedido, do autorizado, do que direito do reclamante transforma-se em indenização. Agora também é passível de ressarcimento a ausência afetiva e/ou participativa dos pais. Se a briga na justiça é por causa da falta destes nas festas de aniversário, nas reuniões escolares, nas festas comemorativas, aonde cabe o pagamento em dinheiro para suprir tudo isso? Esse dinheiro é capaz de ser transformado em afetividade ou substituir o carinho, a amizade, o respeito, a participação que deve existir entre familiares ainda que os componentes vivam separadamente?

Se os “sentimentos de mágoa e tristeza causados pela negligência paterna” podem ser mensurados em 200 mil reais, é possível entender por que os filhos da nova geração usam o consumismo para preencher o vazio deixado por pais que precisam se ausentar em jornadas de trabalho para oferecer melhores condições de sobrevivência, quando talvez o ideal fosse uma reorganização de horários.

Chegando a esse ponto, é perfeitamente compreensível que estejamos vivendo num mundo completamente corrompível, onde o dinheiro fala mais alto em quase 100% das situações que precisam de resolutividade prática e definitiva.

Vende-se e compra-se a fé, a escolha de votação, o direito de expressão, as ideias e agora os sentimentos e o direito a eles. É uma verdadeira inversão de valores. E ainda há aquele que esperam o fim do mundo e até contestam sua existência.



sexta-feira, 6 de abril de 2012

                                                    
                                            CAMISINHA FEMININA  

Demorou, mas aconteceu. O MS irá liberar para distribuição gratuita em média 20 milhões de preservativos femininos. 

A princípio serão distribuídas para mulheres exposta à situação de risco, identificadas através de um trabalho realizado em conjunto com as Secretarias Estaduais de Saúde que delinearam o perfil de mulheres em maior vulnerabilidade para as doenças sexualmente transmissíveis, AIDS e hepatites virais. A distribuição está prevista para maio de 2012.

Em situações de riscos estamos todas nós. O ideal seria que todas tivessem o direito a adquirir gratuitamente o preservativo, assim como acontece com o preservativo masculino. Esse seria mais um meio de termos sob controle a decisão da própria segurança sexual, tendo em vista que nem todos os parceiros aceitam usar o preservativo masculino. Mas já é um começo, é preciso, no entanto que haja um trabalho de orientação sobre o uso da camisinha, pois a sua colocação é menos simples devido à anatomia feminina.

Resta agora aguardar e torcer para que essa distribuição seja constante.
Informações em: http://portalsaude.saude.gov.br/portalsaude/noticia/4528/162/saude-adquire-20-milhoes-de-camisinhas-femininas.html

quarta-feira, 14 de março de 2012

Parabéns Governador Mangabeira


Chegar aos cinquentas anos não é tarefa fácil. São muitos os percalços vividos, mas como em tudo na vida existem os dois lados, alcançar esta magnanimidade dispõe ao aniversariante saborear as delícias vivenciadas, os louros colhidos, o rejuvenescimento, a esperança amadurecida. Nesse caminhar de vida, várias são as pessoas com as quais se convive, e nessa convivência ocorrem momentos de aprendizado, de crescimento, de frustação, de amor e de ódio. Nem sempre os que exercem o papel fundamental direta ou indiretamente para que se alcance tal dádiva são percebidos, há cinquentões que têm uma visão micro e sendo assim só enxergam o que está muito, mas muito próximo mesmo de si.

Com nossa querida Governador Mangabeira não é diferente. Pra estarmos hoje comemorando essa data tão importante, foram necessárias muitas mãos trabalhadoras, mentes pensantes, atuantes e empreendedoras cada qual ao seu tempo visando e buscando o desenvolvimento do nosso município e eles conseguiram. Conseguiram porque diferente de agora, havia o entendimento e o reconhecimento ainda empírico por assim dizer, de que para ter o seu necessitava-se do outro, e todos respeitando as devidas proporções foram alcançando ou resolvendo suas necessidades e objetivos que findaram por favorecer o coletivo; conseguiram quase que autodidaticamente perceber as mudanças e necessidades sociais, talvez muito mais do que os ditos “empreendedores” atuais, já que estes têm em suas mãos pesquisas, programas, verbas específicas para nortear cada ação, mas a bendita visão micro aqui já referida nubla a visão para o macro, não podemos esquecer, no entanto, que uma medida “despretensiosa” aqui pode ter proporções catastróficas. Se não temos infestações desmedidas de insetos, é porque os sapos existem e possibilita que possamos estar sentados à noite na porta de casa sem sermos picados por um desses. Precisamos de todos, temos que respeitar a todos. Não me refiro apenas aos políticos representativos, mas a todos nós que de alguma forma fazemos ou tentamos fazer algo pela melhora da nossa sociedade. O homem é o composto de sua obra, o município é o composto de todos nós.
Sendo assim, peço a Deus que seja o nosso guia e na continuidade dessa construção de Governador Mangabeira por longos e infinitos anos, que possamos ter uma visão macro antes de cada atitude, que possamos aproveitar mais e melhor as potencialidades do nosso município em todo o seu contexto estrutural e humano. Que tenhamos, busquemos e ofertemos a paz, a vitalidade, a coragem, a serenidade e o amor.

                                                                                              Márcia Rezende